Palavra do Diretor

Edgard Soares

As Faculdades G8 representam a Segunda Geração do Ensino Superior a distância.

Graças ao trabalho pioneiro de outras instituições de ensino – particulares, principalmente – o sistema EAD está hoje consagrado e representa, sem dúvida, o futuro.

Eficiência, rapidez e economia, em todos os sentidos, para o universitário, são fatores incontestáveis para o sucesso do aprendizado via EAD.

Premiadas nacional e internacionalmente no mercado da Comunicação e dedicadas integralmente à atualização tecnológica, praticando-a em larga escala, era inevitável que as empresas do G8 GROUP estendessem sua atuação para o campo da Educação.

Primeiro, porque a Educação é a base para o desenvolvimento de qualquer nação. E depois porque não existe outro setor em que a tecnologia encontra maior oportunidade de modernização do que no modelo preexistente na Educação.

Fatores históricos, como a dependência econômica de suas matrizes políticas (o Brasil se tornou um país autônomo somente 422 anos após o seu descobrimento), entre outros problemas, geraram grande índice de analfabetismo na população até o último quarto do século passado.

Ao mesmo tempo é difícil encontrar outro nicho de mercado no qual tenha se tornado tão difícil a introdução de novas metodologias como na Educação.

Aquela visão da sala de aula, com lousa verde e giz, por exemplo, em vez de representar um quadro bucólico e venerado pelo muito que contribuiu como ambiente na formação de crianças, jovens e adultos, transformou-se, erroneamente, num local quase sagrado, que deveria permanecer imutável, imune às inúmeras mudanças pelas quais o mundo passou.

Esgotou-se, porém, esta estagnação. Não era mais possível impedir ou cercear a evolução de algo tão importante e fundamental como a TI direcionada ao ensino, pois isso seria contrariar e impedir uma forma de disseminar o conhecimento, que é o que, afinal, a prática pedagógica se propõe a realizar.

É natural, pois, que a tecnologia, presente em nosso dia a dia, em cada movimento que fazemos, desde o nosso despertar até o adormecer, se tornasse uma ferramenta indispensável à Educação.

O nome que se deu à aplicação dos conhecimentos humanos mais avançados na aprendizagem é EdTech, a abreviação de Education Technology, incorporada ao ensino por meio de produtos digitais, aplicativos e ferramentas específicas.

Trata-se, sem dúvida, da maior revolução ocorrida no setor desde que: os primeiros hieróglifos foram decifrados por Champollion; a escrita desenvolveu-se em centenas de idiomas diferentes entre si; os tipos móveis de Gutenberg foram criados na Alemanha de 1450; o fotolito substituiu a base de chumbo para a impressão de revistas e jornais; o surgimento do rádio, da televisão, transmissões via satélite aconteceram; e a www, world, wide web (rede mundial de computadores), que depois a chamamos simplesmente de internet, foi inventada.

​​​​​​​Inacreditável que ela tenha surgido para que a Universidade da Califórnia pudesse falar com o Instituto de Stanford, em tempo real.

E depois que a Educação não a tivesse explorado em larga escala.

Possuindo, como se disse, o DNA da tecnologia nas artérias de suas empresas, através de suas produtoras de conteúdo que utilizam os mais modernos equipamentos de edição, bureaus de pós-produção, mesas de edição e câmeras de última geração, o G8 GROUP decidiu aplicar e oferecer seu know-how a serviço da Educação, colocando, por exemplo, um aluno num mesmo espaço, com colegas da Europa, Ásia, América e Oceania, interagindo como se estivessem, todos, lado a lado, numa sala de aula convencional.

Assim nasceram as Faculdades G8: reverenciando o trabalho pioneiro de outras instituições de ensino que deram os primeiros passos do EAD no Brasil e hoje atendem a centenas de milhares de estudantes no Ensino Superior.

Contando com o completo domínio das técnicas de roteirização, captação de imagens, direção e edição de aulas, isto é, o produto final do EAD, as Faculdades G8 disponibilizarão para seus alunos na tela do computador, do tablet, do celular, enfim, em qualquer plataforma digital, conteúdos absolutamente mais atraentes, envolventes, persuasivos e principalmente compatíveis com a linguagem visual e atual de seus usuários. Ou seja, dos que usam aparelhos digitais para se comunicar. Ou ainda, a população economicamente ativa em todo o mundo.

Para atender as novas demandas, inclusive na Educação, as Faculdades G8 oferecem seus cursos de Graduação com a marca de serem as Faculdades mais atualizadas e com a melhor qualidade de produção de aulas e interação com os alunos.

Um dia, afinal, todas as Faculdades serão como a G8.

Mas, quando esse momento chegar, teremos desenvolvido ainda mais nossa tecnologia, conectada com as plataformas que irão surgir.

Todos serão bem-vindos a esse novo tempo da Educação.

A diferença é que, por ter começado antes e ter a tecnologia no seu DNA, as Faculdades G8 estarão sempre um pouquinho à frente.

Edgard Soares
Diretor

Faculdade G8: em Tecnologia, um passo à frente.

As Faculdades G8 não adquirem programas virtuais.

Nós possuímos a nossa própria EDTECH.

Hoje já inserimos, em nossas aulas, exercícios e material de leitura, ferramentas como:

E-learning: ou ensino eletrônico, corresponde a um modelo de ensino não presencial apoiado em Tecnologia de Informação e Comunicação.

Gamificação: uso de mecânicas e características de jogos para engajar, motivar comportamentos e facilitar o aprendizado.

Inteligência artificial: está relacionada ao machine learning (aprendizagem de máquina).

Robótica para o ensino: método de ensino que incentiva o aluno a construir os próprios conhecimentos para que um robô seja capaz de executar um conjunto de instruções.

Realidade virtual ampliada: combina elementos virtuais com um ambiente real.

Realidade aumentada: uma visão do mundo real que é sobreposta por elementos digitais.

Realidade virtual: uso de óculos específicos para RV, com o qual você pode interagir integralmente com a visualização 360º de um cenário virtual.

Além das práticas pedagógicas inovadoras:

Flipped classroom: ou sala de aula invertida, nome que se dá ao método que inverte a lógica de organização da sala de aula. Os alunos aprendem o conteúdo no aconchego dos seus lares, digerindo videoaulas e games (a chamada aula cassino). Na sala de aula, fazem provas presenciais.

PBL – Problem Based Learning: emprega problemas da vida real (reais ou simulados) para iniciar, motivar e focar a aprendizagem de conhecimentos conceituais, procedimentais e atitudinais. Divide-se em três etapas: formulação do problema; resolução do problema; discussão do problema.

PBL – Project Based Learning: metodologia de aprendizagem em que os alunos se envolvem com tarefas e desafios para resolver um problema ou desenvolver um projeto que também tenha ligação com sua vida fora da sala de aula.

TBL – Team Based Learning: valorização do desempenho e da proatividade dos alunos, sempre estimulando a aplicação dos conhecimentos construídos em sala de aula na realidade que cada aluno vivencia.

Peer instruction (numa tradução livre, “instrução entre pares”): entendimento e aplicabilidade dos conceitos, utilizando-se a discussão entre os alunos com a leitura prévia, questões pré-aula, exposição em sala de aula e questões conceituais.

TPS – Think Pair Share: estratégia de aprendizagem colaborativa em que os alunos trabalham em conjunto para resolver um problema ou responder a uma pergunta. Esta técnica exige que os alunos pensem individualmente sobre um tópico ou respondam a uma pergunta, discutindo na sequência essas ideias com um colega, e no final compartilhem as suas respostas/ideias com a sala toda.